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	<title>O Cantinho da Borboleta Azul &#187; Poesia</title>
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		<title>Maurits Cornelis Escher e Cora Coralina</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 15:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cora Coralina]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Escher]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[No Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, há duas exposições imperdíveis: uma sobre o artista holandês Escher e a  outra sobre escritora Cora Coralina.
O  Mundo Mágico de Escher 

A exposição reúne cerca de 92 obras do artista holandês Mauritius  Cornelis Escher, incluindo as mais conhecidas – entre gravuras originais  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>No Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, há duas exposições imperdíveis: uma sobre o artista holandês Escher e a  outra sobre escritora Cora Coralina.</h2>
<h2><strong><a><img class="alignleft size-full wp-image-1627" title="ESCHERmcecabinet_small" src="http://ocantinhoda.borboletaazul.net/wp-content/uploads/2011/01/ESCHERmcecabinet_small.jpg" alt="ESCHERmcecabinet_small" width="247" height="175" />O  Mundo Mágico de Escher </a></strong></h2>
<h2><img class="alignleft size-full wp-image-1630" title="Snakes" src="http://ocantinhoda.borboletaazul.net/wp-content/uploads/2011/01/Snakes.jpg" alt="Snakes" width="377" height="425" /></h2>
<h2>A exposição reúne cerca de 92 obras do artista holandês Mauritius  Cornelis Escher, incluindo as mais conhecidas – entre gravuras originais  e desenhos –, além de um filme 3D e de instalações que desvendam os  efeitos óticos e de espelhamento que Escher utilizava em seus trabalhos.  As obras procedem da Holanda.</h2>
<p><span style="font-weight: bold; text-decoration: underline;">SERVIÇO</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Data: De 18 de janeiro a 27 de março</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Local: Salas A a I e Pátio da Rua Direita – 1º andar | Rua Primeiro de Março, 66 &#8211; Centro</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Agendamento de visitas monitoradas: Segunda a sexta, das 9h às 18h | Telefones: (21) 3808-2070 e 3808-2254</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Recepção/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefone: (21) 3808-2020</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Classificação: Livre</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Entrada Franca</span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">CORA CORALINA</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<h1 style="margin-bottom: 0px; font-size: 12px;"><strong>Cora  Coralina – Coração do Brasil</strong></h1>
<p><strong> </strong> <strong>11 Jan a 13 Mar</strong><br />
<strong>Local: Salas B, C e D – 2º andar | CCBB RJ </strong><br />
<strong>Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h </strong></p>
<table style="height: 564px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="556">
<tbody>
<tr>
<td height="20"></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div style="text-align: justify;">
<h2>Exposição em homenagem aos 25 anos do falecimento de <span style="font-weight: bold;">Cora Coralina</span>, pseudônimo de <span style="font-weight: bold;">Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas</span>,  poetisa e contista, mulher simples, doceira de profissão, que produziu  uma obra rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em  particular dos becos e ruas históricas de Goiás, estado onde nasceu,  localizado no coração do Brasil. Começou a escrever aos 14 anos, mas só  teve seu primeiro livro publicado aos 76.</h2>
</div>
<h2><span style="font-weight: bold;">Curadoria:</span> Júlia Peregrino.</h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Cenografia:</span> Daniela Thomas.</h2>
<h2><span style="font-weight: bold; text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></h2>
<h2><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Data: De 11 de janeiro a 13 de março</span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h</span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Local: Salas B, C e D – 2º andar  | Rua Primeiro de Março, 66 &#8211; Centro</span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Recepção/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefone: (21) 3808-2020</span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Classificação: Livre</span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Entrada Franca</span></h2>
<p><span style="font-weight: bold;"><br />
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span style="font-weight: bold;">Informações extraídas dos site do <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10154,1,0,1,1.bb?dtInicio=1/2011&amp;codigoEvento=3909">CCBB </a></span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Imagens extraídas do Google.<br />
</span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Encontrei um site também muito interessante (em português de Portugal) sobre a vida e obra de Escher. Vale conferir <a href="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/escher/vida.html">aqui!</a></span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.mcescher.com/Gallery/gallery.htm">Neste site</a>, uma galeria dos trabalhos de Escher.<br />
</span></h2>
<h2><span style="font-weight: bold;">Eu adoro ler a poesia de Cora Coralina. E você? Aqui vão duas para acalentarmos nossos corações.</span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Não sei&#8230;</strong></p>
<p><strong> </strong>Não sei&#8230; se a vida é curta&#8230;</p>
<p>Não sei&#8230;<br />
Não sei&#8230;</p>
<p>se a vida é curta<br />
ou longa demais para nós.</p>
<p>Mas sei que nada do que vivemos<br />
tem sentido,<br />
se não tocarmos o coração das pessoas.</p>
<p>Muitas vezes basta ser:<br />
colo que acolhe,<br />
braço que envolve,<br />
palavra que conforta,<br />
silêncio que respeita,<br />
alegria que contagia,<br />
lágrima que corre,<br />
olhar que sacia,<br />
amor que promove.</p>
<p>E isso não é coisa de outro mundo:<br />
é o que dá sentido à vida.</p>
<p>É o que faz com que ela<br />
não seja nem curta,<br />
nem longa demais,<br />
mas que seja intensa,<br />
verdadeira e pura&#8230;<br />
enquanto durar.</h2>
<h2 style="text-align: center;"><strong><strong><strong><strong><strong>O Cântico da Terra<br />
</strong><br />
Eu sou a terra, eu sou a vida.<br />
Do meu barro primeiro veio o homem.<br />
De mim veio a mulher e veio o amor.<br />
Veio a árvore, veio a fonte.<br />
Vem o fruto e vem a flor.</strong></strong></strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong><strong>Eu sou a fonte original de toda vida.<br />
Sou o chão que se prende à tua casa.<br />
Sou a telha da coberta de teu lar.<br />
A mina constante de teu poço.<br />
Sou a espiga generosa de teu gado<br />
e certeza tranquila ao teu esforço.<br />
Sou a razão de tua vida.<br />
De mim vieste pela mão do Criador,<br />
e a mim tu voltarás no fim da lida.<br />
Só em mim acharás descanso e Paz.</strong></strong></strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong><strong>Eu sou a grande Mãe Universal.<br />
Tua filha, tua noiva e desposada.<br />
A mulher e o ventre que fecundas.<br />
Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.</strong></strong></strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong><strong>A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.<br />
Teu arado, tua foice, teu machado.<br />
O berço pequenino de teu filho.<br />
O algodão de tua veste<br />
e o pão de tua casa.</strong></strong></strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong><strong>E um dia bem distante<br />
a mim tu voltarás.<br />
E no canteiro materno de meu seio<br />
tranquilo dormirás.</strong></strong></strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong><strong>Plantemos a roça.<br />
Lavremos a gleba.<br />
Cuidemos do ninho,<br />
do gado e da tulha.<br />
Fartura teremos<br />
e donos de sítio<br />
felizes seremos.</strong></strong></strong></strong></p>
<p><strong><strong><strong><strong><em>Cora Coralina</em></strong></strong></strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><em>UPDATE:</em></p>
<p style="text-align: left;"><strong><strong><strong><strong><em>Hoje fomos à exposição de Escher! AMEI! Muito interessante mesmo.  Além de contar com muitos dos trabalhos do artista gráfico, a mostra também possui várias atividades interativas, como um filme em 3D, além de podermos brincar com as imagens do Escher no computador. Também assistimos a um documentário que conta toda a sua trajetória &#8211; sua vida particular, a influência das paisagens italianas em sua obra entre outros aspectos. </em></strong></strong></strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><strong><strong><strong><em><br />
</em></strong></strong></strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><strong><strong><strong><em>Passamos a tarde e início da noite no CCBB. Como as crianças já estavam cansadas, não fomos conhecer a exposição da Cora Coralina. Irei muito em breve, porém com o marido. <img src='http://ocantinhoda.borboletaazul.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
</em></strong></strong></strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><strong><strong><strong><em><br />
</em></strong></strong></strong></strong></h2>
]]></content:encoded>
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		<title>Fazer um céu</title>
		<link>http://ocantinhoda.borboletaazul.net/2010/11/fazer-um-ceu/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 20:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos e Projetos de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Lago]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhar]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sonhar é dar à vida nova cor;
Dar gosto bom às lágrimas de dor;
O sol  pode apagar, o mar perder a voz;
Mas nunca morre um sonho bom dentro de  nós.&#8221;
( do grande carioca Mario Lago, que hoje faria 99 anos)
Extraído daqui.
Imagem extraída do Google Imagens.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="aligncenter size-full wp-image-1461" title="Fazer um céu" src="http://ocantinhoda.borboletaazul.net/wp-content/uploads/2010/11/Fazer-um-céu.jpg" alt="Fazer um céu" width="461" height="346" />&#8220;Sonhar é dar à vida nova cor;</h2>
<h2>Dar gosto bom às lágrimas de dor;</h2>
<h2>O sol  pode apagar, o mar perder a voz;</h2>
<h2>Mas nunca morre um sonho bom dentro de  nós.&#8221;</h2>
<p>( do grande carioca Mario Lago, que hoje faria 99 anos)</p>
<p>Extraído <a href="http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2010/11/26/fazer-um-ceu-344034.asp">daqui.</a></p>
<p>Imagem extraída do Google Imagens.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ferreira Gullar</title>
		<link>http://ocantinhoda.borboletaazul.net/2010/10/ferreira-gullar/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 02:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
		<category><![CDATA[Fagner]]></category>
		<category><![CDATA[Ferreira Gullar]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Título de Honoris Causa para Ferreira Gullar (15 de out/2010)
No dia do Professor, um poeta foi homenageado na UFRJ. Nesta sexta-feira, 15 de
outubro, a instituição outorgou ao escritor Ferreira Gullar o título de
Doutor Honoris Causa. Em cerimônia emocionada, realizada no saguão da Biblioteca
José de Alencar, na Faculdade de Letras (UFRJ), autoridades da universidade,
funcionários e estudantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1384" title="20070816FerreiraGullar" src="http://ocantinhoda.borboletaazul.net/wp-content/uploads/2010/10/20070816FerreiraGullar.jpg" alt="20070816FerreiraGullar" width="292" height="280" />Título de Honoris Causa para Ferreira Gullar (15 de out/2010)</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #0000ff;">No dia do Professor, um poeta foi homenageado na UFRJ.</span> Nesta sexta-feira, 15 de<br />
outubro, a instituição outorgou ao escritor Ferreira Gullar o título de<br />
Doutor Honoris Causa. </span>Em cerimônia emocionada, realizada no saguão da Biblioteca<br />
José de Alencar, na Faculdade de Letras (UFRJ), autoridades da universidade,<br />
funcionários e estudantes se reuniram para celebrar um dos fundadores do<br />
movimento Neoconcreto.<br />
<span style="color: #0000ff;">Aos 80 anos e com sua sobriedade típica, Ferreira Gullar narrou episódios<br />
curiosos de sua infância e juventude, como quando, depois de obter nota nove em<br />
uma redação, decidiu dedicar dois anos ao estudo da Gramática para não cometer<br />
erros de Português. </span>Esse fato foi o que aproximou Gullar de importantes<br />
expoentes da Literatura Portuguesa, como Camões, por exemplo. <span style="color: #0000ff;">“Se alguém tivesse<br />
dito ao pequeno Zeca, aquele que roubava copos e juntava metal velho no<br />
Maranhão, que ele seria doutor, ele não teria acreditado ou não teria entendido,<br />
porque nunca tinha ouvido falar em universidades”, disse.</span><br />
Bem humorado, o poeta provocou gargalhadas no público presente ao atribuir ao<br />
acaso a responsabilidade de ter se tornado “doutor”. “Tudo que aconteceu poderia<br />
não ter acontecido. Se estou recebendo este título é porque o que fiz como<br />
escritor e cidadão foi relevante.<span style="color: #ff0000;"> <strong>Sem o imprevisível a vida seria mais segura,<br />
mas teria menos graça”, destacou.</strong></span><br />
O reitor Aloisio Teixeira enfatizou, durante discurso, que a outorga do título<br />
de DoutorHonoris Causa para o poeta foi um ato de justiça. <span style="color: #0000ff;">“Essa cerimônia é o<br />
reconhecimento de que, por mais importante que o conhecimento tecnológico e<br />
científico seja importante, ele não muda o mundo. A transformação do mundo está<br />
aqui, no terreno das humanidades</span>. A UFRJ se sente honrada de que o poeta<br />
Ferreira Gullar aceite esta homenagem”, assegurou.</p>
<p><span style="color: #0000ff;">O homem por trás do poeta</span><br />
Ferreira Gullar ou José Ribamar Ferreira nasceu em 1930, em São Luís do<br />
Maranhão. Aos 19 anos, publicou o primeiro livro, intitulado Um pouco acima do<br />
chão (1949). Dez anos depois, escreveu o Manifesto neoconcreto, um dos marcos da<br />
poesia brasileira contemporânea. A luta corporal, de 1954, e Dentro da noite<br />
veloz, de 1975, são duas das obras mais ressonantes do poeta.<br />
Na década de 1960, durante a Ditadura Militar, se notabilizou ao participar da<br />
criação do grupo teatral “Opinião” e erguer a voz contra o poder opressor. Foi<br />
preso e exilado. Morou na Rússia, no Chile, no Peru e na Argentina. Retornando<br />
ao Brasil, em 1977, voltou à prisão, onde foi interrogado por 72 horas<br />
ininterruptas.<br />
Escreveu mais de 50 obras, entre livros, poemas e ensaios. Sua literatura foi<br />
traduzida e publicada em diversos países. A inventividade metafórica bem como a<br />
mescla lexical e os cortes cinematográficos de seus textos atraíram admiradores<br />
de todo o mundo. “Há muitos ‘gullares’ num Gullar. Plural que se deve não só à<br />
sua obra, mas que está na diversidade de cada um de seus discursos. O desejo de<br />
conhecer, de transpor barreiras e de modificar-se com o conhecimento é comum a<br />
este poeta”, afirmou Antônio Carlos Secchin, professor da Faculdade de Letras e especialista na<br />
obra do escritor.</p>
<p><span style="color: #0000ff;">O título<br />
O título Honoris Causa é concedido à personalidade, brasileira ou estrangeira,<br />
que tenha se distinguido pelo saber ou pela atuação em prol das artes, das<br />
ciências, da filosofia, das letras ou do melhor entendimento entre os povos. </span><br />
Assim como Ferreira Gullar, o escritor pernambucano João Cabral de Melo Neto<br />
também foi agraciado, há 20 anos, pela UFRJ com este título. “Nenhum título<br />
honorífico faz sentido se os estudantes não o fizerem vivo. Não adianta dar ao<br />
escritor um papel e deixar seus livros nas prateleiras das bibliotecas. Na<br />
Letras, estudantes e professores mantêm viva a poesia de Gullar”, concluiu.</p>
<p>**** Gosto muito deste poema de Ferreira Gullar mas preciso/samos conhecer  mais a sua obra&#8230;</p>
<div id="cabecalho">
<div style="font-size: 127.7%;">
<h1 id="identificador_musica" style="text-align: center;">Traduzir-se</h1>
</div>
</div>
<div id="cabecalho" style="text-align: center;"><small>Ferreira Gullar/Fagner</small></div>
<div id="div_letra">
<p style="text-align: center;">Uma parte de mim é todo mundo<br />
Outra parte é ninguém<br />
Fundo sem fundo<br />
Uma parte de mim é multidão<br />
Outra parte estranheza e solidão<br />
Uma parte de mim, pesa<br />
Pondera<br />
Outra parte, delira<br />
Uma parte de mim almoça e janta<br />
Outra parte se espanta<br />
Uma parte de mim é permanente<br />
Outra parte se sabe de repente<br />
Uma parte de mim é só vertigem<br />
Outra parte, linguagem<br />
Traduzir uma parte noutra parte<br />
Que é uma questão de vida ou morte<br />
Será arte?<br />
Será arte?</p>
<p style="text-align: left;">Escutem Chico Buarque e Fagner cantando &#8216;Traduzir-se&#8217; . Lindoooooooo!</p>
<p style="text-align: center;">
</div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/N5KjaLa9pLE?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/N5KjaLa9pLE?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vinícius de Moraes &#8211; o poeta do amor</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 03:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vinícius de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz 30 anos que ele partiu para a eternidade. Nas minhas lembranças de menina, vejo sempre Vinícius cantando ao lado de Toquinho ou Tom Jobim.
Uma outra doce lembrança é a série de poemas infantis que culminaram com os discos Arca de Noé 1 e 2. São poesias lindas que foram musicadas e interpretadas por diferentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz 30 anos que ele partiu para a eternidade. Nas minhas lembranças de menina, vejo sempre Vinícius cantando ao lado de Toquinho ou Tom Jobim.<br />
Uma outra doce lembrança é a série de poemas infantis que culminaram com os discos Arca de Noé 1 e 2. São poesias lindas que foram musicadas e interpretadas por diferentes artistas.<br />
Quem não conhece o poema da &#8216;casa muito engraçada que não tinha teto, não tinha nada&#8217;.<br />
O poetinha é eterno. Pena que bebia e fumava muito&#8230;. </p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PMZ10B82ZZg&amp;hl=en_US&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/PMZ10B82ZZg&amp;hl=en_US&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perder, ganhar, viver</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 14:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do mundo 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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		<category><![CDATA[Viver]]></category>

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		<description><![CDATA[Um belo texto do Drummond, escrito quando perdemos a Copa de 1982, porém sempre atual&#8230;. Como é bom ler um texto que acaricia a alma. Drummond nos lembra que perder é começar de novo. Vambora, gente!
 
 Carlos Drummond de  Andrade, Jornal do Brasil, 21 de junho de 1982
Perder,  ganhar, viver
Vi  gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um belo texto do Drummond, escrito quando perdemos a Copa de 1982, porém sempre atual&#8230;. Como é bom ler um texto que acaricia a alma. Drummond nos lembra que perder é começar de novo. Vambora, gente!</strong></p>
<p><strong> </strong><img class="alignleft size-full wp-image-1119" title="Bandeira" src="http://ocantinhoda.borboletaazul.net/wp-content/uploads/2010/07/Bandeira1.jpg" alt="Bandeira" width="648" height="486" /></p>
<p style="color: #000000; font-style: italic;"><span style="font-size: small;"> Carlos Drummond de  Andrade, Jornal do Brasil, 21 de junho de 1982</span></p>
<h1 style="color: #000000;">Perder,  ganhar, viver</h1>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #0000ff;">Vi  gente chorando na rua, quando o juiz apitou o final do jogo perdido; vi homens e mulheres pisando com ódio os plásticos verde-amarelos que até minutos antes eram sagrados; vi bêbados inconsoláveis que já não sabiam por que não achavam consolo na bebida; vi rapazes e moças festejando a derrota para não deixarem de festejar qualquer coisa, pois seus corações estavam programados para a alegria; vi o técnico incansável e teimoso da Seleção xingado de bandido e queimado vivo sob a aparência de um boneco, enquanto o jogador que errara muitas vezes ao chutar em gol era declarado o último dos traidores da pátria; vi a notícia do suicida do Ceará e dos mortos do coração por motivo do fracasso esportivo; vi a dor dissolvida em uísque escocês da classe média alta e o surdo clamor de desespero dos pequeninos, pela mesma causa; vi o garotão mudar o gênero das palavras, acusando a mina de pé-fria; vi a decepção controlada do presidente, que se preparava, como torcedor número um do país, para viver o seu grande momento de euforia pessoal e nacional, depois de curtir tantas desilusões de governo; vi os candidatos do partido da situação aturdidos por um malogro que lhes roubava um trunfo poderoso para a campanha eleitoral; vi as oposições divididas, unificadas na mesma perplexidade diante da catástrofe que levará talvez o povo a se desencantar de tudo, inclusive das eleições; vi a aflição dos produtores e vendedores de bandeirinhas, flâmuIas e símbolos diversos do esperado e exigido título de campeões do mundo pela quarta vez, e já agora destinados à ironia do lixo; vi a tristeza dos varredores da limpeza pública e dos faxineiros de edifícios, removendo os destroços da esperança; vi tanta coisa, senti tanta coisa nas almas&#8230;</span></p>
<p>Chego à conclusão de que a derrota, para a qual nunca estamos preparados, de tanto não a desejarmos nem a admitirmos previamente, é afinal instrumento de renovação da vida. Tanto quanto a vitória estabelece o jogo dialético que constitui o próprio modo de estar no mundo. Se uma sucessão de derrotas é arrasadora, também a sucessão constante de vitórias traz consigo o germe de apodrecimento das vontades, a languidez dos estados pós-voluptuosos, que inutiliza o indivíduo e a comunidade atuantes. Perder implica remoção de detritos: começar de novo. <span style="color: #0000ff;"> </span></p>
<p>Certamente, fizemos tudo para ganhar esta caprichosa Copa do Mundo. Mas será suficiente fazer tudo, e exigir da sorte um resultado infalível? Não é mais sensato atribuir ao acaso, ao imponderável, até mesmo ao absurdo, um poder de transformação das coisas, capaz de anular os cálculos mais científicos? Se a Seleção fosse à Espanha, terra de castelos míticos, apenas para pegar o caneco e trazê-lo na mala, como propriedade exclusiva e inalienável do Brasil, que mérito haveria nisso? Na realidade, nós fomos lá pelo gosto do incerto, do difícil, da fantasia e do risco, e não para recolher um objeto roubado. A verdade é que não voltamos de mãos vazias porque não trouxemos a taça. Trouxemos alguma coisa boa e palpável, conquista do espírito de competição. Suplantamos quatro seleções igualmente ambiciosas e perdemos para a quinta. A Itália não tinha obrigação de perder para o nosso gênio futebolístico. Em peleja de igual para igual, a sorte não nos contemplou. Paciência, não vamos transformar em desastre nacional o que foi apenas uma experiência, como tantas outras, da volubilidade das coisas.</p>
<p>Perdendo, após o emocionalismo das lágrimas, readquirimos ou adquirimos, na maioria das cabeças, o senso da moderação, do real contraditório, mas rico de possibilidades, a verdadeira dimensão da vida. Não somos invencíveis. Também não somos uns pobres diabos que jamais atingirão a grandeza, este valor tão relativo, com tendência a evaporar-se. Eu gostaria de passar a mão na cabeça de Telê Santana e de seus jogadores, reservas e reservas de reservas, como Roberto Dinamite, o viajante não utilizado, e dizer-lhes, com esse gesto, o que em palavras seria enfático e meio bobo. Mas o gesto vale por tudo, e bem o compreendemos em sua doçura solidária. Ora, o Telê! Ora, os atletas! Ora, a sorte! A Copa do Mundo de 82 acabou para nós, mas o mundo não acabou. Nem o Brasil, com suas dores e bens. E há um lindo sol lá fora, o sol de nós todos.</p>
<p>E agora, amigos torcedores, que tal a gente começar a trabalhar, que o  ano já está na segunda metade?</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pausa para a Poesia</title>
		<link>http://ocantinhoda.borboletaazul.net/2010/04/pausa-para-a-poesia/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 21:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[A borboleta
Trazendo uma borboleta,
Volta Alfredo para casa.
Como é  linda! é toda preta,
Com listas douradas na asa.
Tonta, nas mãos de criança,
Batendo as asas, num susto,
Quer fugir, porfia, cansa,
E treme, e respira a custo.
Contente, o menino grita:
“É a primeira que apanho,
Mamãe!vê como é bonita!
Que cores e que tamanho!
Como voava no mato!
Vou sem demora pregá-la
Por baixo do meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A borboleta</strong></p>
<p style="text-align: center;">Trazendo uma borboleta,<br />
Volta Alfredo para casa.<br />
Como é  linda! é toda preta,<br />
Com listas douradas na asa.</p>
<p style="text-align: center;">Tonta, nas mãos de criança,<br />
Batendo as asas, num susto,<br />
Quer fugir, porfia, cansa,<br />
E treme, e respira a custo.</p>
<p style="text-align: center;">Contente, o menino grita:<br />
“É a primeira que apanho,<br />
Mamãe!vê como é bonita!<br />
Que cores e que tamanho!</p>
<p style="text-align: center;">Como voava no mato!<br />
Vou sem demora pregá-la<br />
Por baixo do meu retrato,<br />
Numa parede da sala.”</p>
<p style="text-align: center;">Mas a mamãe, com carinho,<br />
Lhe diz: “Que mal te fazia,<br />
Meu filho, esse animazinho,<br />
Que livre e alegre vivia?</p>
<p style="text-align: center;">Solta essa pobre coitada!<br />
Larga-lhe as asas, Alfredo!<br />
Vê como treme assustada&#8230;<br />
Vê como treme de medo&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Para sem pena espetá-la<br />
Numa parede, menino,<br />
É necessário matá-la:<br />
Queres ser um assassino?”</p>
<p style="text-align: center;">Pensa Alfredo&#8230; E, de repente,<br />
Solta a borboleta&#8230; E ela<br />
Abre as asas livremente,<br />
E foge pela janela.</p>
<p style="text-align: center;">“Assim, meu filho! perdeste<br />
A borboleta dourada,<br />
Porém na estima crescente<br />
De tua mãe adorada&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Que cada um cumpra a sorte<br />
Das mãos de Deus recebida:<br />
Pois só pode dar a Morte<br />
Aquele que dá a Vida.”</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignleft size-full wp-image-747" title="borboleta preta" src="http://ocantinhoda.borboletaazul.net/wp-content/uploads/2010/04/borboleta-preta.jpg" alt="borboleta preta" width="600" height="450" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Abre aspas para a poesia II</title>
		<link>http://ocantinhoda.borboletaazul.net/2008/10/abre-aspas-para-a-poesia-ii/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 02:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogagem Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cora Coralina]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje tem blogagem coletiva na blogosfera! Lunna, com seu excelente blog Acqua, criou a segunda blogagem de poesia da qual participo este ano. No primeiro, eu prestei homenagem à Roseana Murray. Divulgar a poesia é sempre um prazer enorme. Foi muito difícil escolher um autor/a mas depois de muito pensar, optei por homenagear Cora Coralina.
Voz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SQSKgCvctJI/AAAAAAAAAqk/preYGX_om1M/s1600-h/aquele_1%5B1%5D.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 260px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SQSKgCvctJI/AAAAAAAAAqk/preYGX_om1M/s400/aquele_1%5B1%5D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261482547771913362" border="0" /></a><span style="color: rgb(51, 51, 255);">Hoje tem blogagem coletiva na blogosfera! Lunna, com seu excelente blog </span><a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://acqua.wordpress.com/">Acqua,</a><span style="color: rgb(51, 51, 255);"> criou a segunda blogagem de poesia da qual participo este ano. <a href="http://ocantinhodaborboletaazul.blogspot.com/2008_04_01_archive.html">No primeiro</a>, eu prestei homenagem à Roseana Murray. Divulgar a poesia é sempre um prazer enorme. Foi muito difícil escolher um autor/a mas depois de muito pensar, optei por homenagear Cora Coralina.</p>
<p></span><span class="style13"><em></em><em><br />Voz  mais</em></span><span class="style13"> viva da cidade</span><span class="style13"> de Goiás, personagem e símbolo da tradição da vida interiorana, Cora Coralina nasceu em 20 de agosto de 1889, na casa que pertencia à sua família há cerca de um século e que se tornaria o museu que hoje reconta sua história. Filha do Desembargador Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e Jacita Luiza do Couto Brandão, Cora, ou Ana Lins dos Guimarães Peixoto (seu nome de batismo), cursou apenas as primeiras letras com mestra Silvina e já aos 14 anos escreveu seus primeiros contos e poemas. <em>Tragédia na Roça </em> foi seu primeiro conto publicado.</p>
<p></span><span class="style13">Em 1934 casou-se com o advogado Cantídio Tolentino Bretas e foi morar em Jabuticabal, interior de São Paulo, onde nasceram e foram criados seus seis filhos. Só voltou a viver em Goiás em 1956, mais de vinte anos depois de ficar viúva e já produzindo sua obra definitiva. O reencontro de Cora com a cidade e as histórias de sua formação alavancou seu espírito criativo.</p>
<p></span>
<div align="center"><span class="style13">Tradições e festas religiosas, a comida típica da região, as famílias e seus &#8216;causos&#8217;, tudo motivava a escritora fazer uma ponte entre o passado e presente da cidade, numa tentativa de registrar sua história e entender as mudanças. Nas suas próprias palavras: &#8220;rever, escrever e assinar os autos do Passado antes que o Tempo passe tudo ao raso&#8221;. Com a mesma rica simplicidade de seus personagens, Cora fazia doces cristalizados para vender. </span></div>
<p class="style13" align="center">Seu primeiro livro, <em>Poemas dos Becos de Goiás e outras histórias mais </em>, foi publicado em 1965, e levou Cora, aos 75 anos, finalmente a ser reconhecida como a grande porta-voz de uma realidade interiorana já afetada pelo avanço da modernidade. O poeta Carlos Drummond de Andrade, surpreendido com a obra de Cora, escreveu-lhe em 1979: &#8220;(&#8230;) Admiro e amo você como a alguém que vive em estado de graça com a poesia. Seu livro é um encanto, seu lirismo tem a força e a delicadezadas coisas naturais (&#8230;)&#8221;. </p>
<p align="center"><span class="style13">Cora Coralina faleceu em Goiânia a 10 de abril de 1985. Logo após sua morte, seus amigos e parentes uniram-se para criar a Casa de Coralina, que mantém um museu com objetos da escritora.<br /></span>Fonte: foto e texto extraídos <a href="http://www.vilaboadegoias.com.br/cora_coralina/biografia_de_cora_coralina.htm">daqui.<br /></a> </p>
<p>
<p style="text-align: left;" class="style126"></p>
<p style="text-align: left;" class="style126"></p>
<p class="style126" align="center">Antiguidades </p>
<p class="style6" align="center">Quando eu era menina<br />bem pequena,<br />em nossa casa,<br />certos dias da semana<br />se fazia um bolo,<br />assado na panela<br />com um testo de borralho em cima. </p>
<p class="style6" align="center">Era um bolo econômico,<br />como tudo, antigamente.<br />Pesado, grosso, pastoso.<br />(Por sinal que muito ruim.) </p>
<p class="style6" align="center">Eu era menina em crescimento.<br />Gulosa,<br />abria os olhos para aquele bolo<br />que me parecia tão bom<br />e tão gostoso. </p>
<p class="style6" align="center">A gente mandona lá de casa<br />cortava aquele bolo<br />com importância.<br />Com atenção. Seriamente.<br />Eu presente.<br />Com vontade de comer o bolo todo. </p>
<p class="style6" align="center">Era só olhos e boca e desejo<br />daquele bolo inteiro.<br />Minha irmã mais velha<br />governava. Regrava.<br />Me dava uma fatia,<br />tão fina, tão delgada&#8230;<br />E fatias iguais às outras manas.<br />E que ninguém pedisse mais !<br />E o bolo inteiro,<br />quase intangível,<br />se guardava bem guardado,<br />com cuidado,<br />num armário, alto, fechado,<br />impossível. </p>
<p class="style6" align="center">Era aquilo, uma coisa de respeito.<br />Não pra ser comido<br />assim, sem mais nem menos.<br />Destinava-se às visitas da noite,<br />certas ou imprevistas.<br />Detestadas da meninada. </p>
<p class="style6" align="center">Criança, no meu tempo de criança,<br />não valia mesmo nada.<br />A gente grande da casa<br />usava e abusava<br />de pretensos direitos<br />de educação. </p>
<p class="style6" align="center">Por dá-cá-aquela-palha,<br />ralhos e beliscão.<br />Palmatória e chineladas<br />não faltavam.<br />Quando não,<br />sentada no canto de castigo<br />fazendo trancinhas,<br />amarrando abrolhos.<br />&#8220;Tomando propósito&#8221;.<br />Expressão muito corrente e pedagógica. Aquela gente antiga,<br />passadiça, era assim:<br />severa, ralhadeira. </p>
<p class="style6" align="center">Não poupava as crianças.<br />Mas, as visitas&#8230;<br />- Valha-me Deus !&#8230;<br />As visitas&#8230;<br />Como eram queridas,<br />recebidas, estimadas,<br />conceituadas, agradadas! </p>
<p class="style6" align="center">Era gente superenjoada.<br />Solene, empertigada.<br />De velhas conversar<br />que davam sono.<br />Antiguidades&#8230; </p>
<p class="style6" align="center">Até os nomes, que não se percam:<br />D. Aninha com Seu Quinquim.<br />D. Milécia, sempre às voltas<br />com receitas de bolo, assuntos<br />de licores e pudins.<br />D. Benedita com sua filha Lili.<br />D. Benedita &#8211; alta, magrinha.<br />Lili &#8211; baixota, gordinha.<br />Puxava de uma perna e fazia crochê.<br />E, diziam dela línguas viperinas:<br />&#8220;- Lili é a bengala de D. Benedita&#8221;.<br />Mestre Quina, D. Luisalves,<br />Saninha de Bili, Sá Mônica.<br />Gente do Cônego Padre Pio. </p>
<p class="style6" align="center">D. Joaquina Amâncio&#8230;<br />Dessa então me lembro bem.<br />Era amiga do peito de minha bisavó.<br />Aparecia em nossa casa<br />quando o relógio dos frades<br />tinha já marcado 9 horas<br />e a corneta do quartel, tocado silêncio.<br />E só se ia quando o galo cantava. </p>
<p class="style6" align="center">O pessoal da casa,<br />como era de bom-tom,<br />se revezava fazendo sala.<br />Rendidos de sono, davam o fora.<br />No fim, só ficava mesmo, firme,<br />minha bisavó. </p>
<p class="style6" align="center">D. Joaquina era uma velha<br />grossa, rombuda, aparatosa.<br />Esquisita.<br />Demorona.<br />Cega de um olho.<br />Gostava de flores e de vestido novo.<br />Tinha seu dinheiro de contado.<br />Grossas contas de ouro<br />no pescoço. </p>
<p class="style6" align="center">Anéis pelos dedos.<br />Bichas nas orelhas.<br />Pitava na palha.<br />Cheirava rapé.<br />E era de Paracatu.<br />O sobrinho que a acompanhava,<br />enquanto a tia conversava<br />contando &#8220;causos&#8221; infindáveis,<br />dormia estirado<br />no banco da varanda.<br />Eu fazia força de ficar acordada<br />esperando a descida certa<br />do bolo<br />encerrado no armário alto.<br />E quando este aparecia,<br />vencida pelo sono já dormia.<br />E sonhava com o imenso armário<br />cheio de grandes bolos<br />ao meu alcance. </p>
<p class="style6" align="center">De manhã cedo<br />quando acordava,<br />estremunhada,<br />com a boca amarga,<br />- ai de mim -<br />via com tristeza,<br />sobre a mesa:<br />xícaras sujas de café,<br />pontas queimadas de cigarro.<br />O prato vazio, onde esteve o bolo,<br />e um cheiro enjoado de rapé. </p>
<p>   <em>Cora Coralina<br /></em><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SQUDJnsOvCI/AAAAAAAAAqs/FsVVo0Iq4I4/s1600-h/cora_coralina.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SQUDJnsOvCI/AAAAAAAAAqs/FsVVo0Iq4I4/s400/cora_coralina.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261615203460496418" border="0" /></a>Poema com foto de Cora extraído <a href="http://nikollaseduca.zip.net/arch2007-04-22_2007-04-28.html">daqui.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hoje é Dia de Cecília</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 19:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogagem Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cecília Meireles]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Daí pensei: não quero escrever no blog pois não quero falar somente de desgraças. Porém, ao visitar os blogs que sempre visito, deparo-me com algo que me trouxe uma felicidade instantânea, mesmo que passageira. A Leonor, do blog Na Dança das palavras irá homenagear Cecília Meireles com uma blogagem pelo aniverśario de nascimento desta escritora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daí pensei: não quero escrever no blog pois não quero falar somente de desgraças. Porém, ao visitar os blogs que sempre visito, deparo-me com algo que me trouxe uma felicidade instantânea, mesmo que passageira. A Leonor, do blog <a href="http://leonorcordeiro.blogspot.com/2008/10/hoje-dia-de-ceclia.html">Na Dança das palavras</a> irá homenagear Cecília Meireles com uma blogagem pelo aniverśario de nascimento desta escritora maravilhosa no dia 7 de novembro.</p>
<p>Se alguém tiver interesse em participar, entre em contato com  a <a href="http://leonorcordeiro.blogspot.com/2008/10/hoje-dia-de-ceclia.html">Leonor</a>. E mesmo se não quiser, faça uma visitinha ao blog dela, que está sempre recheado de belas poesias e pensamentos que nos encantam e muitas vezes acalmam um coração dilacerado depois de ler tanta desgraça nos jornais brasileiros.</p>
<div style="text-align: center;"><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Precisamos de mais poesia no mundo de hoje. Por isso, Viva Cecília!</span> </div>
<p>O texto a seguir, eu retirei do blog da Leonor com as instruções para participar na blogagem coletiva:</p>
<p><span style="font-family:trebuchet ms;">O dia <span style="font-weight: bold;">7 de novembro </span>marca mais um aniversário do nascimento da escritora Cecília Meireles. <a href="http://leonorcordeiro.blogspot.com/2008/10/hoje-dia-de-ceclia.html">Esse blog</a> deseja comemorar esta data distribuindo a poesia de Cecília pela blogosfera com a blogagem coletiva: <strong><span style="color: rgb(204, 0, 0);">HOJE</span><span style="color: rgb(255, 153, 102);"> É</span> <span style="color: rgb(0, 153, 0);">DIA</span> <span style="color: rgb(204, 51, 204);">DE</span> <span style="color: rgb(255, 0, 0);">CECÍLIA</span></strong><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><strong>!<br /></strong></span></span><span style="font-family:trebuchet ms;">Como participar ? </span></p>
<p><span style="font-family:trebuchet ms;">1.Cole o selinho da blogagem em seu blog para divulgar a sua participação.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Trebuchet MS;">2. Deixe aqui o nome do seu blog para que ele faça parte da lista dos blogs participantes.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Trebuchet MS;">3. No dia 7 de novembro escolha um poema da Cecília para uma postagem especial.</span></p>
<p><span style="font-family:Trebuchet MS;">Faça parte desse grupo que respeita e aplaude Cecília divulgando com prazer a sua obra.</p>
<p></span>
<p align="center">
<p><a target="_blank" href="http://leonorcordeiro.blogspot.com/2008/10/hoje-dia-de-ceclia.html"></p>
<p><img alt="Photobucket" src="http://i124.photobucket.com/albums/p4/oileonor_2006/BLOGAGEM7-1.gif" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: center;"></div>
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		<item>
		<title>Anotem na agenda!</title>
		<link>http://ocantinhoda.borboletaazul.net/2008/10/anotem-na-agenda/</link>
		<comments>http://ocantinhoda.borboletaazul.net/2008/10/anotem-na-agenda/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 00:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abre Aspas]]></category>
		<category><![CDATA[Armoede]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Action Day 2008]]></category>
		<category><![CDATA[Blogagem Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Importando Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poverty]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que posso, participo das blogagens coletivas pois acredito que quando blogueiros de diversas partes do Brasil e do mundo publicam mensagens  sobre um determinado tema, várias perspectivas sobre o tópico em questão viajam pela rede mundial de computadores e assim sempre aprendemos algo novo, sempre temos a oportunidade de contribuir para um mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SPFUbvDtDUI/AAAAAAAAAo8/Xk8dfYSFEW0/s1600-h/120x600.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SPFUbvDtDUI/AAAAAAAAAo8/Xk8dfYSFEW0/s400/120x600.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256075075583282498" border="0" /></a><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Sempre que posso, participo das blogagens coletivas pois acredito que quando blogueiros de diversas partes do Brasil e do mundo publicam mensagens  sobre um determinado tema, várias perspectivas sobre o tópico em questão viajam pela rede mundial de computadores e assim sempre aprendemos algo novo, sempre temos a oportunidade de contribuir para um mundo melhor e mais harmônico e de quebra conhecemos outros blogueiros, outros &#8216;universos&#8217; e como é bom compartilhar.</p>
<p>É um pensamento romântico? Talvez sim, mas tudo bem. Eu gosto de ser romântica <img src='http://ocantinhoda.borboletaazul.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> <br /></span><br /><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Portanto, anotem em suas agendas três blogagens importantes que acontecerão neste mês de outubro: a primeira será</span><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"> no dia 15 &#8211;  Blog Action Day 2008 e eu fiquei sabendo dessa blogagem através do ótimo blog da <a href="http://luzdeluma.blogspot.com/">Luma</a>. O tema este ano é a </span><span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;">Pobreza</span><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">. A <a href="http://blogactionday.blogtv.uol.com.br/2008/08/18/o-que-e-o-blog-action-day">página brasileira</a> explica o que é o Blog Action Day:</p>
<p></span>
<div style="text-align: center;">No dia <span style="font-weight: bold;">15 de outubro de 2008</span>, blogueiros de todas as partes do mundo falarão “a mesma língua”, sobre o mesmo assunto, ao mesmo tempo. Este é o <span style="font-weight: bold;">Blog Action Day</span>, uma ação que partiu da <span style="font-style: italic;">blogosfera</span> e conquistou espaço na grande mídia.</p>
<p>A intenção do movimento é anualmente unir todos os blogs do planeta em um só objetivo: que cada blogueiro escreva sobre um tema comum a todos, pautado por um assunto de <span style="font-weight: bold;">importância global</span> visando alinhar &#8220;a conversa&#8221; da Blogosfera por pelo menos um dia.</div>
<p><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"></p>
<p><a href="http://www.blogger.com/%C3%83%C2%89%20simples%20fazer%20a%20sua%20parte%20no%20Blog%20Action%20Day.%20Basta%20escrever%20em%20seu%20blog,%20no%20dia%2015%20de%20outubro,%20sobre%20o%20tema%20da%20edi%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%A3o%20deste%20ano%20que%20abordar%C3%83%C2%A1%20a%20%22Pobreza%22.%20Leia,%20pesquise,%20d%C3%83%C2%AA%20voz%20%C3%83%C2%A0s%20suas%20opini%C3%83%C2%B5es:%20o%20sucesso%20do%20Blog%20Action%20Day%20est%C3%83%C2%A1%20justamente%20nas%20milhares%20de%20vozes%20e%20informa%C3%83%C2%A7%C3%83%C2%B5es%20que%20enriquecem%20a%20discuss%C3%83%C2%A3o%20sobre%20o%20tema%20escolhido.%20Se%20voc%C3%83%C2%AA%20quiser%20contribuir%20para%20nossas%20pesquisas%20sobre%20o%20alcance%20do%20%C3%A2%C2%80%C2%9Cferiado%20blogueiro%C3%A2%C2%80%C2%9D,%20pode%20se%20cadastrar%20aqui,%20e%20n%C3%83%C2%B3s%20saberemos%20que%20voc%C3%83%C2%AA%20participou%20desse%20dia%20t%C3%83%C2%A3o%20especial%20para%20a%20blogosfera.">Na página brasileira do Blog Action Day 2008</a> há explicações de como fazer para participar:</p>
<p></span>
<div style="text-align: center;">É simples fazer a sua parte no <span style="font-weight: bold;">Blog Action Day</span>. Basta escrever em seu blog, no dia <span style="font-weight: bold;">15 de outubro</span>, sobre o tema da edição deste ano que abordará a <span style="font-weight: bold;">&#8220;Pobreza&#8221;</span>. Leia, pesquise, dê voz às suas opiniões: o sucesso do <span style="font-weight: bold;">Blog Action Day</span> está justamente nas milhares de vozes e informações que enriquecem a discussão sobre o tema escolhido.</p>
<div style="text-align: left; color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Neste <a href="http://blogactionday.blogtv.uol.com.br/Cadastro.aspx">link</a> você pode se cadastrar para eles saberem que você está participando também.</p>
<p>As outras duas blogagens me foram apresentadas pelo também maravilhoso blog da <a href="http://leioomundoassim.blogspot.com/">Andrea.</a><br />A segunda aconteceŕa no dia 27 de outubro e será a segunda versão de um belo convite à poesia feito pela Lunna Montez do blog <a href="http://acqua.wordpress.com/">Aqua,</a> onde cada um podeŕa postar uma poesia de seu autor preferido. A missão segundo a Lunna é -</p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SPFaDm6Z4PI/AAAAAAAAApE/rRKjuGUcQNE/s1600-h/entre_aspas3.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SPFaDm6Z4PI/AAAAAAAAApE/rRKjuGUcQNE/s400/entre_aspas3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256081258149699826" border="0" /></a><span style="font-weight: normal; color: rgb(51, 51, 51);"><br />No dia 27 de outubro ( uma segunda-feria &#8211; é claro) escolha uma poesia para postar e fale um pouco do poeta que a escreveu numa espécie de breve biografia.</p>
<p></span>
<div style="text-align: left;">Eu participei <a href="http://ocantinhodaborboletaazul.blogspot.com/2008_04_01_archive.html">da primeira versão!</a><br />Postei em abril poemas da Roseana Murray.</div>
<p><span style="font-weight: normal; color: rgb(51, 51, 51);"><br /></span>
<div style="text-align: left;">
<p>Fecharemos o mês com a blogagem do dia 31 de outubro idealizado pelo Ronaldo do <a href="http://omesmo.blogspot.com/2008/10/importando-folclore-blogagem-coletiva.html">VidaBlog.</a><br />O tema da blogagem idealizada pelo Ronaldo é &#8220;Importando Folclore&#8221;. Segue o chamado do Ronaldo para a blogagem do dia 31:</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SPFfZEcnOrI/AAAAAAAAApM/tSWwlSGp6q4/s1600-h/Importandofolclore.png"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SPFfZEcnOrI/AAAAAAAAApM/tSWwlSGp6q4/s400/Importandofolclore.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256087124413201074" border="0" /></a>No dia 31 de outubro (dia em  que é celebrado o <i>Halloween,</i> a festa folclórica mais tradicional e mais divulgada da cultura norte-americana), iremos publicar nossos textos. Escreva um texto sobre este tema. Diga se você concorda ou não, fale sobre a cultura nacional, discuta as influências estrangeiras; se desejar mostre os contos e lendas de sua região. O importante é falar sobre a cultura nacional, mas o aspecto da discussão você escolhe.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Então??</p>
<p>Vamos participar?</p>
<p></span></div>
</div>
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		<title>Para minha querida mãe</title>
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		<pubDate>Sat, 10 May 2008 19:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia H.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Marcela]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Quintana]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel]]></category>

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		<description><![CDATA[

Quando eu era criança, lembro-me que meu pai comprou um disquinho que continha canções em homenagem às mamães. Não me recordo o nome do cantor, mas nunca esqueci de uma letra, pois no meu olhar de criança, aquela canção singela exprimia todo o meu amor por minha mãe. Chama-se Flor-Mamãe. Será que alguém conhece? O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SCYUJhNNAQI/AAAAAAAAANM/7xa3C552glM/s1600-h/Natal+2005_03.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SCYUJhNNAQI/AAAAAAAAANM/7xa3C552glM/s400/Natal+2005_03.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198864973610942722" border="0" /></a></p>
<p>
<div style="text-align: center; font-family: verdana; font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);">Quando eu era criança, lembro-me que meu pai comprou um disquinho que continha canções em homenagem às mamães. Não me recordo o nome do cantor, mas nunca esqueci de uma letra, pois no meu olhar de criança, aquela canção singela exprimia todo o meu amor por minha mãe. Chama-se Flor-Mamãe. Será que alguém conhece? O tempo passou, mas o amor de minha mãe continua sendo um pilar em minha vida. Graças a Deus.<br />Hoje eu sou mãe de dois lindos filhos e minha vida é dividida entre o período pré-maternidade e pós-maternidade.</p>
<p>Samuel e Marcela, vocês são meus raios de sol! Amo vocês!! Muito!! Demais!!!!!!! Obrigada por tudo de bom que vocês me dão todos os dias, meus queridos!</p>
<p>Quanto àquela música de infância, ela dizia assim:</p>
<p>&#8220;Andei por todos os jardins<br />Procurando uma flor para te ofertar<br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SCYRyRNNANI/AAAAAAAAAM0/YxAe3YKw540/s1600-h/Gilda+dia+das+m%C3%A3es.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SCYRyRNNANI/AAAAAAAAAM0/YxAe3YKw540/s400/Gilda+dia+das+m%C3%A3es.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198862375155728594" border="0" /></a>Em lugar algum eu encontrei<br />A flor perfeita pra te dar<br />Ninguém sabia onde estava<br />Esta flor mimosa perfeição<br />Ela se chama flor mamãe<br />E só nasce no jardim dos corações..<br />(&#8230;) Flor-Mamãe, amor perfeito.</p>
<p>O lindo poema a seguir é dedicado a todas as mães que me visitam aqui no blog, às minhas irmãs que também são mães maravilhosas, à minha mãe linda, tias, primas, todas as minhas amigas que são mães, à memória de minhas avós, bisavós, tri, tetravós&#8230; que de alguma forma existirão sempre em nós.</p>
<p>
<div style="text-align: center;">Mãe&#8230;. são três letras apenas</div>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SCYSCRNNAOI/AAAAAAAAAM8/Vb3kAGPgF-w/s1600-h/Gilda+na+Holanda"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pb00HrJrIxA/SCYSCRNNAOI/AAAAAAAAAM8/Vb3kAGPgF-w/s400/Gilda+na+Holanda" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198862650033635554" border="0" /></a>As desse nome bendito:<br />Também o Céu tem três letras&#8230;<br />E nelas cabe o infinito.</p>
<p>Para louvar nossa mãe,<br />Todo o bem que se disse<br />Nunca há de ser tão grande<br />Como o bem que ela nos quer&#8230;</p>
<p>Palavra tão pequenina<br />Bem sabem os lábios meus<br />Que és do tamanho do Céu<br />E apenas menor que Deus!</p>
<p>Mário Quintana</p>
<div style="text-align: left;">Desejo a vocês um domingo de harmonia familiar. E que esta harmonia entre mães e filhos perdure todos os dias.<br />Um beijo com carinho.</div>
</div>
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