Déja vù: as chuvas no Rio de Janeiro

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É preocupante perceber que a cada ano, a tragédia das chuvas se repete,  e cada vez numa proporção maior. É como se a natureza estivesse dizendo: “eu avisei, homem, eu avisei, governos, eu tenho dado meus sinais de alerta, mas vocês não querem enxergar, vocês ignoram meus lamentos!”.

Como é triste, meu Deus ver tantas famílias perderem seus entes queridos, suas casas, as montanhas se desintegrarem com a força das águas…. As três cidades mais afetadas pelas chuvas: Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis são, para mim,  pequenos paraísos da região serrana do Rio de Janeiro. Mas algo que tenho observado cada vez que visito essas cidades é o crescimento desordenado das encostas, como na própria cidade do Rio de Janeiro.

É claro que todos esses problemas vivenciados por nós hoje possuem várias causas, mas eu bato na mesma tecla: um problema crucial é a ocupação ilegal do solo: A favelização cresceu muito ao longo de anos de descaso público – e agora a natureza está ‘gritando’ que basta.

E nós nos perguntamos: até quando, meu Deus?

Imagens extraídas do google imagens.

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Tags: , , Esse texto foi postado em quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 às 11:52 nas categorias Chuvas, Rio de Janeiro, Tragédia. Você pode seguir as respostas pelo RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou trackback do teu próprio site.

2 Comentários para “Déja vù: as chuvas no Rio de Janeiro”

  1. beta escreveu:

    Não é horrível? Meu estado sofre tanto…
    Triste demais!

    bj

  2. Bruno escreveu:

    É triste, mas a história se repete, é uma evidência
    Ver mortes e desabamentos sem poder tomar providência
    Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo embaixo de lama
    O estado do Rio de Janeiro pede ajuda, implora, clama

    No ano passado, a tragédia foi no réveillon, nas ilhas de Angra, belas
    Igual: deslizamentos nas encostas, perdas e inúmeras sequelas
    Mas parece que Cabral, o governador, não sabe ou se esqueceu
    De férias na Europa? Como pode? Não agora! Entendeu?

    É momento de usar o que sobrou e se tem em mãos
    Já que, mais uma vez, faltaram políticas de prevenção
    Defesa Civil precisa reforçar a ação e conscientização
    Residências irregulares tem destino certo: desabarão

    Com a tragédia anunciada, Dilma confirma sua chegada
    O governador, já de volta, mostra o que restou das estradas
    FGTS, muito bem, será liberado para quem precisar
    E para aqueles que não tem mais onde morar

    Do Governo Federal virá um bilhão para reparos
    Para as famílias de 500 vítimas é difícil o amparo
    A reconstrução terá apoio de todos, amigos e parentes
    E se possível, senhor, uma estiagem de políticos negligentes

    (http://noticiaemverso.blogspot.com)
    twitter: @noticiaemverso

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